TECNOLOGIA:
DANIEL ICHBIAH, Bill Gates et la saga de Microsoft.
JIM HOLT. Por que o mundo existe?.
LARRY DOWNES/PAUL NUNES. Bigbang Disruption.
NICK BOSTROM, Superintelligence.
PETER NORVIG, Inteligência Artificial.
RAY KURTZWEIL, La singularidad está cerca.
STEVEN LEVY, Google.
WALTER ISAACSON. Steve Jobs.
PERELMUTER, Guy. Futuro Presente.
#inteligênciaArtificial
#ArtificialInteligence
terça-feira, 5 de agosto de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
FOGUEIRA DE SÃO JOÃO
Não devemos confundir festa junina com fogueira de São João. Esta última é apenas um detalhe daquela, dispensável conforme o caso. No Brasil a fogueira coincide com a maior frequência de podas de árvores e folhagens que ocorrem no outono e início do inverno, quando sobram galhos secos. Em outros continentes ela ocorre no início do verão por que o calor da estação não requer mais lenha e são descartados os entulhos decorrentes de uma longa estação fria, coberta de neve e gelo, que gerou muitos galhos e folhas agora secas.
#FogueiraDeSãoJoão
#SãoJoão
#FogueiraDeSãoJoão
#SãoJoão
sexta-feira, 30 de maio de 2014
O NADA
O NADA NÃO É NADA!
Existe uma polêmica filosófica sobre o real significado do
nada. A pergunta que se faz é: Porque existe alguma coisa e não apenas o nada?.
Se Deus fez o mundo do nada, à luz da Física, seria porque o big bang se expandiu a partir de um ponto, que se esticou para o nada, então, do nada temos o universo em expansão, e também, além da expansão temos o nada. Isso se a hipótese do big bang for verdadeira.
A lógica matemática sugere que o nada poderia ser a
circunferência de raio 0 (zero). Mas esta afirmação não passa de uma ficção. O próprio
nada é uma ficção, pois que, por ser nada, em princípio, não existe.
O grande filósofo brasileiro Mário Ferreira dos Santos (Filosofia Concreta) definiu o nada absoluto como a total ausência de qualquer coisa (2020, p. 26). Mas não é desse nada que tratamos, que é excludente de tudo, pois que alguma coisa existe e, se existe, está fora do nada.
Se o nada não existe, e nunca existiu, em tempo algum e
lugar algum, não há porque nos preocuparmos com ele, poderíamos dizer que ele mesmo é uma ficção de
nosso raciocínio. Será?
Nossa própria existência atesta a ausência do nada, no nosso espaço, claro, e, se existe o nada (existência do nada, será isto contraditório?), ele está além do espaço.
Se, para Einstein "Descartes não estava longe da verdade ao julgar que a existência de um espaço vazio deve ser rejeitada" (A teoria da relatividade - sobre a teoria da relatividade especial e geral), cujo núcleo da teoria é de que não existe espaço sem campo, realmente, não há campo depois do espaço.
Por outro lado, o telescópio mais potente e moderno de todos, lançado ao espaço, batizado de James Webb, da Nasa, revelou que, a partir de um certo ponto, nada existe, seria como uma parede, a partir da qual não há nem mesmo espaço, pois que o espaço está se expandindo. Expandindo para onde? só pode ser para o nada.
Uma outra visão seria a do ponto central de uma esfera, ou seja a esfera inicial de raio zero já referida, baseada na definição de círculo dada por Platão (Carta VII, 342a), de que círculo é aquilo que mantém das extremidades ao meio igual distância em toda parte. Neste ponto de partida, se Deus fez o mundo do nada, o nada seria este ponto central de tudo, sem objetos ao redor. O nada, então, repete-se, seria o ponto inicial do Big Bang, ou o ponto além do atual limite de expansão do universo, tendo-se em conta que ele se expande para o nada.
Há aqueles que afirmam a existência de vários universos, quer dizer, se eles existirem, estão dentro do nada, se expandindo até o nada. Neste caso, o que separa os universos é o nada.
Alguém pode dizer que o nada se situa depois do fim do universo, como já dito, além do seu limite de expansão, mas só o fato de atribuirmos a ele um endereço já significaria que ele está
disfarçado de alguma coisa e não seria penas o nada? Logo, se o nada é nada, nada a ver...? Não, seria tudo a ver.
Para o filósofo brasileiro reconhecido mais no exterior que em nossas retrógradas academias (zero prêmios Nobel), "É o axioma da filosofia grega: do nada, nada se gera (ex nihilo nihil), e o nada aqui seria tomado em sentido absoluto, pois a possibilidade pode ser nada em ato, e não nada em potência... E se a potência não é admitida, teremos, então, o nada absoluto, o que torna o pensamento fatalmente aporético*".
(*) Aporético: cujas mesmas premissas levam a conclusões contraditórias (Filosofia da Crise, São Paulo: É Realizações, 2017. pp 72-73).
Daí vem um dito popular: "De onde nada se espera, é dali que não vem nada mesmo".
(BIBLIOGRAFIA: SANTOS, Mario Ferreira dos. Filosofia da Crise, e Filosofia concreta. PLATÃO, Carta VII. EINSTEIN, Albert. Teoria da relatividade - a teoria da relatividade especial e geral. HOLT, Jim. Por que o mundo existe?)
(BIBLIOGRAFIA: SANTOS, Mario Ferreira dos. Filosofia da Crise, e Filosofia concreta. PLATÃO, Carta VII. EINSTEIN, Albert. Teoria da relatividade - a teoria da relatividade especial e geral. HOLT, Jim. Por que o mundo existe?)
sábado, 5 de abril de 2014
A VIDA NAS PARTÍCULAS
No micro universo, se toda a matéria se compõe de partículas e energia em movimento aleatório, a vida, neste contexto, pode ser representada por uma sinfonia que cria uma ordem neste movimento. A vida é ordem no caos, ordem que se encontra na natureza como gênero e nos seres vivos como espécie. Lembra a sinfonia da vida, a música da cítara de Orfeu, que fazia as pedras se aproximarem para ouvi-la, adquirindo momentânea vida própria. Recorda ainda os agudos da voz de Edith Piaf, que provocavam a quebra de cristais. Pergunta-se: Qual a verdadeira ordem do universo?
#OrdemDoUniverso
#UniversoElegante
#ElegantUniverse
#Orfeu
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#ElegantUniverse
#Orfeu
terça-feira, 1 de abril de 2014
ITAJAÍ E CAMBORIÚ: a origem dos dois nomes
Segundo o escritor itajaiense Hermes Justino Patrianova (“Pequeno
Livro”, disponível na Biblioteca do IFES/Itajaí), Itajaí vem do nome de um
pássaro nativo da região, chamado Jaó. Então, o chamado “bico do papagaio”, rocha existente à esquerda da estrada de acesso à praia de Cabeçudas, na verdade, é um jaó de
pedra, um “ita jaó” em tupi-guarani, do que resultou o nome da cidade de
Itajaí. Outro nome curioso é Camboriú. Alguns, sem fundamento, falam
em câmbio do rio, ou seja, do outro lado do rio (hoje, rio Camboriú). Mas o mesmo escriba Patrianova defende e demonstra, no mesmo
livro, que Camboriú vem de uma palavra indígena que significa seio de mulher. E o formato de tal seio está estampado no perfil do morro
que, quem se aproxima de Balneário Camboriú, pelo norte, avista à esquerda da BR 101. (Palavras-chave: Camboriú, Itajaí, Itajaó, Morro do Seio)
#BalneárioCamboriú
#PraiaDeCamboriú
#Camboriú
#BalneárioCamboriú
#PraiaDeCamboriú
#Camboriú
15 DE DEZEMBRO: DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
A data oficial da independência do Brasil, 7 de setembro de 1822, pode ser contestada?. Esta, em verdade, é a data do acordo, em família, para que Pedro de Alcântara obtivesse um reino para si, como era usual entre as famílias imperiais desde há muito, em que algum soberano tratasse de conseguir um reino para seu filho, sua filha ou algum amigo especial. Existe uma data mais aceitável, do ponto de vista histórico, como sendo da verdadeira e real independência do Brasil: 15 de dezembro de 1815, quando D. João elevou o Brasil à categoria de Reino Unido a Portugal, com soberania de país livre, ligado comunitariamente com Portugal. Aliás, enquanto a família real permaneceu no Brasil, na vigência do Reino Unido, a situação se inverteu e Portugal é que passou a ser colônia do Brasil. Esta situação do Brasil Reino Unido a Portugal não teve volta para a categoria de colônia e, em 1822, D. Pedro, por recomendação do próprio D. João, príncipe regente (ainda não havia sucedido D. Maria I), apenas decretou a separação do Brasil do Reino Unido a Portugal (uma espécie de "brexit" tupiniquim). A recomendação foi nestes termos: "Meu filho, se o Brasil se separar, antes seja para ti, que me hás de respeitar, do que para algum desses aventureiros". A frase de D. João fala em separação e não em independência, considerando que o Brasil já era um reino unido (ou membro de um reino unido) e, por que não dizer, soberano. Defendo esta tese. (Palavras-chave: História do Brasil, Independência do Brasil, D. João VI, D. Pedro I, Pedro de Alcântara, Reino Unido a Portugal, Reino Unido.
Também, a capital do Reino de Portugal era Rio de Janeiro, se houve ruptura, alguma forma de "brexit" em relação ao Reino Unido a Portugal, significa que não havia a possibilidade de o país voltar a ser colônia, o que nunca foi, pois foi sempre uma dependência do reino. Logo, a História do Brasil, é o própria História de Portugal, ou, pelo menos, faz parte dela como parte mesmo.
Concluindo, no livro Breve História de Portugal (A. H. de Oliveira Marques, 7 ed. Lisboa: Presença, 2009. p. 424) consta:
“Em 1815, o passo decisivo e inevitável no campo político-administrativo teve de ser dado: o Brasil deixou a condição de colônia, sendo elevado à categoria de reino, com suas instituições próprias. Seguindo o modelo inglês, criou-se o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve, com igualdade recíproca de direitos e deveres. As capitanias foram abolidas e substituídas por províncias, à maneira europeia. Leis sucessivas tenderam a pôr fim a todos os atributos coloniais e a estabelecer no Brasil uma réplica do Portugal independente”.
Se isto não é independência e emancipação como Estado, então eu não sei o que é independência. São Paulo, transparece dos fatos, roubou a cena da independência criando a farsa do Ipiranga. O quadro de Pedro Américo foi encomendado 70 anos depois.
Para o respeitado historiador José Honório Rodrigues "Parafraseando José Clemente se pode escrever com inteira razão que a Independência á glória fluminensse" (in: Independência: revolução e contra-revolução, 1975, p.13).
Me parece que o grito do Ipiranga foi criado 70 anos depois do rompimento com Portugual, a partir do quadro, sob encomenda de São Paulo, de Pedro Américo.
O que existe no Museu do Ipiranga? confesso que pretendo conhecer e irei ainda conhecer, somente para saber o que têm de concreto lá, como prova do grito do Ipiranga, de antes da pintura sob encomenda, de Pedro Américo.
Uma invenção tipicamente tupiniquim: a memória nacional, para substituir a história. Coisa típica do Grande Irmão do 1984 de George Orwell.
Memória nacional é, não somente em minha opinião, como um armário de bugigangas. As bugigangas são fatos isolados, geralmente desconexos, sobre os quais a mídia cria artificialMente suas narrativas para justificar qualquer coisa.
BIBLIOGRAFIA. HERMIDA, Antonio José Borges. Compendio de História do Brasil. 49 ed. Cia Editora Nacional, São Paulo, 1965. FAUSTO, Boris. História Concisa do Brasil. 2 ed. Edusp, São Paulo, 2006. MARQUES, A. H. de Oliveira. Breve História de Portugal. RODRIGUES, José Honório. Teoria da História do Brasil, Filosofia e História, e Independência: revolução e contra-revolução, 1975.
sábado, 22 de março de 2014
INFLAÇÃO: Nosso hábito de cada dia
A diminuição da alíquotas de incidência de tributos contribui, sim, para contar a inflação nos preços dos produtos tributados. Mas, o que é a inflação?
Não é do senso comum esta percepção, mas é válido cientificamente afirmar que a espiral inflacionária é criada nos
balcões das lojas e nos escritórios das fábricas, e, quiçá das oficinas de
artesanato e nos escritórios oficiais das prefeituras, dos Estados e da União,
principalmente nas estatais quando se indexam preços, solução fácil, mas que cria mais inflação. O primeiro hábito inflacionário é reajustar os preços no
início de cada ano, sem motivo, simplesmente porque é um novo ano. Hábito comum é repassar a inflação para os preços, sem
consultar o mercado. O mercado é que
determina os preços e não a inflação passada. Você pode repassar a inflação
passada para os preços, mas o mercado só aceitará o novo preço se você exercer
alguma espécie de monopólio, pois sempre existe a possibilidade de substituição
de seu produto ou serviço por outro igual, melhor ou pior, dentro da lei da
oferta e da demanda (procura). Daí o CADE existir para combater os monopólios, considerando que outro hábito é reajustar preços quando alguma empresa detém
domínio do mercado (por cartel ou monopólio), para ampliar sua margem de lucro. Hoje monopólios oficiais estão explorando a economia popular ao forçar o reajuste de preços simplesmente para fazer caixa e cobrar incongruências administravas cujo prejuízo já foi contabilizado.
Monopólio é a situação em que uma determinada empresa fabrica ou distribui quase toda a quantidade de um produto na região considerada, com ausência de concorrência. O monopólio pode ocorrer quando uma empresa detém concessão a prazo muito longo (exemplo, 20 anos) para serviço público, tal como o transporte público de pessoas e, como não sofre concorrência por este longo período, exerce pressão para o aumento das tarifas cobradas dos usuários e diminui a qualidade dos serviços, fato que ocorre no Brasil com bastante frequência.
Monopólio é a situação em que uma determinada empresa fabrica ou distribui quase toda a quantidade de um produto na região considerada, com ausência de concorrência. O monopólio pode ocorrer quando uma empresa detém concessão a prazo muito longo (exemplo, 20 anos) para serviço público, tal como o transporte público de pessoas e, como não sofre concorrência por este longo período, exerce pressão para o aumento das tarifas cobradas dos usuários e diminui a qualidade dos serviços, fato que ocorre no Brasil com bastante frequência.
O cartel se caracteriza quando um grupo de empresas domina o mesmo espaço
de mercado e tenta impor preços mais altos, eliminado a concorrência entre si,
por acordo formal ou tácito. Os monopólios, sejam quais forem, escondem incompetência e ganho fácil, o que, na prática, significa extorsão ou imposto ilegal em favor de pessoas ou grupos protegidos, os governos devem declarar guerra aberta a todos os trustes e cartéis. Só repassa inflação passada aos preços quem tem monopólio, seja público ou não. Um erro cometido de forma frequente pelos analistas do governo é computar os aumentos sazonais de preços na inflação. As sazonalidades devem ser excluídas de qualquer cálculo. Os aumentos sazonais tendem a retornar aos níveis anteriores à causa que os provocou, assim que esta cessar. São exemplos de causas sazonais, as enchentes e os períodos de estiagem, e, agora, as pandemias e epidemias.
Incitam a inflação os economistas que prognosticam aumentos futuros dela, agindo frequentemnete como adivinhos. Por exemplo, se a gasolina sobe, alguns já começam a fazer previsões fáceis de que o inflação aumentará tanto por cento. Isto é balela, pois ainda não se sabe o comportamento dos demais itens que compõem o cálculo da inflação, que podem descer, inclusive, fazendo com que não haja inflação.
Como já dito, pelo mesmo princípio, os aumentos sazonais não fazem parte da inflação por se situarem fora do desvio padrão da evolução dos preços. O reajuste de preços é determinado pelo mercado. Os serviços e aluguéis não podem ter índices contratuais, pois, assim, estarão também fabricando inflação. O que deve ocorrer é uma renegociação dos contratos após o prazo de sua vigência. Se o próprio governo adota índices de reajuste além dos juros SELIC, para a dívida pública, está criando imposto inflacionário, de fácil arrecadação e para encobrir ineficiências. O mesmo ocorre quando os preços dos combustíveis são reajustados por decreto, desconsiderando-se seus preços internacionais. A última renegociação do critério de juros para as dívidas dos Estados e municípios no Senado prova isto. Por fim, a correção monetária deve ser banida dos contratos, por ser a maior vilã da inflação. A correção monetária cria infração, ela também deve ser esquecida, e, praticamente só existe no Brasil, representando também ganho fácil e cômodo a partir de uma fórmula mágica. É imposto disfarçado, cobrado pelos governos tupiniquins. Nem mesmo os custos devem ser determinantes do reajuste de preços, considerando que o mercado ignora esta variável, determinando o preço em função da lei da oferta e da demanda.
Incitam a inflação os economistas que prognosticam aumentos futuros dela, agindo frequentemnete como adivinhos. Por exemplo, se a gasolina sobe, alguns já começam a fazer previsões fáceis de que o inflação aumentará tanto por cento. Isto é balela, pois ainda não se sabe o comportamento dos demais itens que compõem o cálculo da inflação, que podem descer, inclusive, fazendo com que não haja inflação.
Como já dito, pelo mesmo princípio, os aumentos sazonais não fazem parte da inflação por se situarem fora do desvio padrão da evolução dos preços. O reajuste de preços é determinado pelo mercado. Os serviços e aluguéis não podem ter índices contratuais, pois, assim, estarão também fabricando inflação. O que deve ocorrer é uma renegociação dos contratos após o prazo de sua vigência. Se o próprio governo adota índices de reajuste além dos juros SELIC, para a dívida pública, está criando imposto inflacionário, de fácil arrecadação e para encobrir ineficiências. O mesmo ocorre quando os preços dos combustíveis são reajustados por decreto, desconsiderando-se seus preços internacionais. A última renegociação do critério de juros para as dívidas dos Estados e municípios no Senado prova isto. Por fim, a correção monetária deve ser banida dos contratos, por ser a maior vilã da inflação. A correção monetária cria infração, ela também deve ser esquecida, e, praticamente só existe no Brasil, representando também ganho fácil e cômodo a partir de uma fórmula mágica. É imposto disfarçado, cobrado pelos governos tupiniquins. Nem mesmo os custos devem ser determinantes do reajuste de preços, considerando que o mercado ignora esta variável, determinando o preço em função da lei da oferta e da demanda.
Todos estes hábitos provocam a ocorrência da espiral
inflacionária, quando cada um pratica reajuste um pouco superior à inflação
para garantir-se, na dúvida quanto à real desvalorização ocorrida. Assim, o
índice começa a incrementar-se pouco a pouco até atingir níveis preocupantes.
Quem sofre mais com a inflação é o assalariado, considerado
como tal o funcionário público, que, para reajuste do salário, depende de
negociação e, não raro, de realização de greve como instrumento legal para
pressionar o patronato. É claro que o fenômeno inflacionário tem muitas outras
facetas, como a política fiscal e a política monetária dos governos, mas, normalmente, como dito em artigos já publicados na coluna
"anotações" do Jornal "O Comércio", de Porto União /SC, em 1989 e 1990,
constante dos seus arquivos históricos, a inflação é criada e empacotada no
balcão, pois que as políticas citadas tem por ojetivo combater uma inflação já presente. Ivo Zanoni (Cátedra nº 138, Patrono Raymundo Marchi,
Academia Nacional de Economia). Palavras-chave: inflação, inflação no Brasil, inflación, inflation, monopólio, cartel, trust, Geldentwertung, jīnɡ jì xiāo tiáo, recession, inflationary, 不況, 時化, 景気後退, 退去,
#inflação
#deflação,
#OrçamentoPúblico)
#ResponsabilidadeFiscal
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